LIVRO V, Confissões. Agostinho de Hipona

1-2. Retomada da natureza da confissão.

1. A confissão consiste na retomada da misericórdia divina em forma de louvação.

2. A misericórdia de Deus frente àqueles que se afastam dele.

3-5. Como o conhecimento das coisas deve levar ao conhecimento de Deus.

3. A figura de Fausto como mestre de artes liberais para os Maniqueus.

4. Deus como criador do pensamento que torna o conhecimento das coisas possível.

5. A Verdade superior do criador frente a verdade inferior das coisas e o erro dos maniqueístas frente a tal Verdade.

6-13. Episódio do encontro com Fausto.

6. O conflito entre as visões naturalistas e maniqueístas a respeito do movimento dos astros e das fases da lua.

7. Superioridade do “homem de fé” frente ao “homem dos cálculos”.

8-9.  A diferença entre vaidade e piedade e o sacrilégio de Mani em suas teses astronômicas.

10-12. A decepção do encontro com Fausto.

13. As consequências pessoas para Agostinho de seu encontro frustrado com Fausto.

14-17 . A viagem à Itália.

14. As motivações da viagem à Itália.

15. A reação de sua Mônica.

16-17. Agostinho adoece em Roma.

18-21 . Agostinho se distancia progressivamente do Maniqueísmo.

18. Crítica à doutrina maniqueísta do pecado.

19. Contato com os Acadêmicos

20. Crítica à noção maniqueísta da positividade do mal.

21. O conflito entre os Maniqueus e as Escrituras.

22-25. A mudança para Milão e o contato com Ambrósio.

22. O atrito entre Agostinho e seus novos alunos em Roma.

23. Acaso da mudança para Milão e primeiro encontro com Ambrósio.

24.  A experiência ambígua de Agostinho frente aos sermões de Ambrósio.

25. Abandono do Maniqueísmo e tomada de posição “cética”.