LIVRO XI, Confissões. Agostinho de Hipona
1-16. Introdução
1. A Confissão serve para despertar o afeto por Deus.
2-4 Exorta pelo conhecimento da verdade do texto sagrado.
2. Declara o desejo de dedicar o tempo na meditação da lei divina.
3. Exorta Deus que conceda o seu desejo.
4. Roga, por intermédio de Jesus, o acesso à verdade dos textos sagrados.
5. Roga à Verdade compreender como “no princípio fizeste o céu e a terra”.
6. evidências da criação divina.
7. A criação realizada pela palavra.
8. A Palavra de Deus é eterna.
9. A Palavra de Deus é coeterna com Deus.
10. O reconhecimento da Palavra como o Princípio.
11. A luz da Palavra ilumina a mim.
12. Apresenta a questão sobre o que fazia Deus antes a da Criação.
13. O tempo não é comparável à eternidade.
14-16.
14. Analisa que Deus nada fazia antes da Criação.
15. Sobre a criação do tempo.
16. Deus fez todo o tempo e o é anterior.
17-38. Discussão sobre o tempo
17. Explicação a respeito do tempo.
18-20. As divisões do tempo
18. Sobre a extensão do tempo.
19. Analise sobre a extensão do tempo presente, passado e futuro.
20. O tempo presente não pode ser longo.
21. Sobre a medição do tempo e sensação da passagem do tempo.
22. Questionamento sobre a existência de três tempos.
23-24. As formas de presentificação do passado e do futuro.
23. Avalia que o passado é presente na memória e o futuro é presente quando é premeditado.
24. O futuro ainda não é, enquanto sua predição é.
25-26. Uma nova configuração dos três tempos.
25. Questiona sobre como o futuro é previsto.
26. Apresenta uma nova configuração dos três tempos.
27. Apresenta o problema da medição dos tempos Passado, Presente e Futuro.
28. Roga pela compreensão do enigma da medição do tempo.
29-30. O tempo não se mede pelo movimento, é uma certa distensão.
29. A medida do tempo não pode ser extraída do movimento dos corpos.
30. O tempo é uma certa distensão.
31. Medimos o tempo por comparação.
32. Confessa ainda não ter conhecimento sobre o tempo.
33. O tempo é uma distensão da alma.
34-36. Um exercício demonstra que o tempo é medido na memória.
34. O exercício da medição do tempo.
35. O tempo é medido em algo que permanece impresso na memória
36. O tempo é medido na memória.
37-38. O tempo e a mente.
37. Os três tempos estão na mente.
38. O exemplo da canção.
39-41. Conclusão
39. Oração pela confluência na eternidade.
40. Deus é o eterno criador.
41. Deus conhece de modo mais elevado.