Este projeto faz parte das atividades de extensão realizada pelos alunos da disciplina da disciplina FLF0511 Filosofia Medieval IV ministrada pelo professor Lorenzo Mammì no segundo semestre de 2025. A atividade consistiu na organização de um índice temático e súmula dos livros da obra Confissões, de Santo Agostinho.

LIVRO XI, Confissões. Agostinho de Hipona

1-16. Introdução

1. A Confissão serve para despertar o afeto por Deus.

2-4 Exorta pelo conhecimento da verdade do texto sagrado.

2. Declara o desejo de dedicar o tempo na meditação da lei divina.

3. Exorta Deus que conceda o seu desejo.

4. Roga, por intermédio de Jesus, o acesso à verdade dos textos sagrados.

5. Roga à Verdade compreender como “no princípio fizeste o céu e a terra”.

6. evidências da criação divina.

7. A criação realizada pela palavra.

8. A Palavra de Deus é eterna.

9. A Palavra de Deus é coeterna com Deus.

10. O reconhecimento da Palavra como o Princípio.

11. A luz da Palavra ilumina a mim.

12. Apresenta a questão sobre o que fazia Deus antes a da Criação.

13. O tempo não é comparável à eternidade.

14-16.

14. Analisa que Deus nada fazia antes da Criação.

15. Sobre a criação do tempo.

16. Deus fez todo o tempo e o é anterior.

 

17-38. Discussão sobre o tempo

17. Explicação a respeito do tempo.

18-20. As divisões do tempo

18. Sobre a extensão do tempo.

19. Analise sobre a extensão do tempo presente, passado e futuro.

20. O tempo presente não pode ser longo.

21. Sobre a medição do tempo e sensação da passagem do tempo.

22. Questionamento sobre a existência de três tempos.

23-24. As formas de presentificação do passado e do futuro.

23. Avalia que o passado é presente na memória e o futuro é presente quando é premeditado.

24. O futuro ainda não é, enquanto sua predição é.

25-26. Uma nova configuração dos três tempos.

25. Questiona sobre como o futuro é previsto.

26. Apresenta uma nova configuração dos três tempos.

27. Apresenta o problema da medição dos tempos Passado, Presente e Futuro.

28. Roga pela compreensão do enigma da medição do tempo.

29-30. O tempo não se mede pelo movimento, é uma certa distensão.

29. A medida do tempo não pode ser extraída do movimento dos corpos.

30. O tempo é uma certa distensão.

31. Medimos o tempo por comparação.

32. Confessa ainda não ter conhecimento sobre o tempo.

33. O tempo é uma distensão da alma.

34-36. Um exercício demonstra que o tempo é medido na memória.

34. O exercício da medição do tempo.

35. O tempo é medido em algo que permanece impresso na memória

36. O tempo é medido na memória.

37-38. O tempo e a mente.

37. Os três tempos estão na mente.

38. O exemplo da canção.

 

39-41. Conclusão

39. Oração pela confluência na eternidade.

40. Deus é o eterno criador.

41. Deus conhece de modo mais elevado.