LIVRO XIII, Confissões. Agostinho de Hipona
PRIMEIRO BLOCO: A criação como bondade de Deus
1-13: Agradecimento a Deus pela sua bondade que é manifestada na criação e descoberta da Santíssima Trindade.
1: Benevolência de Deus para com os humanos; Deus como subsistência da Criação.
2: Por que Deus criou? Informidade e 3: Iluminação na criação.
4: “Faça-se a luz e fez-se a luz.”
5: Deus não precisa das criaturas: as faz por benevolência.
6: A Trindade Divina
7: Espírito pairar sobre as águas e 8 : Dons do Espírito Santo.
9: A inquietação E o Aconchego em Deus.
10: O peso do amor de Deus e 11: Dom de Deus.
12: A concepção da Trindade; Alegoria da Gênesis e 13 – O “ Fiat Lux”: na Igreja.
SEGUNDO BLOCO: Diversas alegorias
14-42: Alegorias; aproximações do Antigo e novo Testamento. Deus Criador e Deus da Salvação como o mesmo.
14: Pela fé e não pela visão.
15: A Esperança: a alegoria da noite (Trevas) e Iluminação. Firmamento (Bíblia).
16: Escrituras: a alegoria do Céu. Escrituras como acesso à desejada sujeição a Deus.
17: Alegoria: águas do firmamento: Anjos.
18: Questão do tempo: Anjos veem continuamente a Tua face” e a Perenidade do Verbo.
19: Essência imutável de Deus. Terceiro dia da Criação: águas amargas, terra seca, frutuosidade.
20 - 21 : A questão da felicidade temporal e terrena.
22: Quarto dia da Criação: iluminação com sabedoria e conhecimento. “ Separes luzes e trevas”
23: mediante o Espírito, a palavra de sabedoria... com luzeiro grande.
24 “ ... para que apareça a terra seca”. “ ... a terra estéril contristou-se e sufocou a Palavra.”
25: “A lua e as estrelas brilham para a noite, mas a noite não as obscurece,”
26: Quinto dia da Criação: criaturas do mar representam os sinais e os sacramentos.
Sociedade humana: o mar: pecadores. Água maculada pelo sal: mal. Terra seca” ou “ terra enxuta”: comunidade da Igreja. Alegoria mais complexa: as serpentes do mar são os santos sacramentos ministrados aos infiéis; em especial o Batismo. Os grandes cetáceos: os milagres; as aves do mar: os pregadores
27 -28: Escritura Sagrada, que permanece inalterada, e a obra dos pregadores, que muda ao longo do tempo e circunstâncias.
29: Sexto dia da Criação: animais e a “alma viva”. e 30 “A oportunidade dos infiés a retornarem a Deus “
31: Explanação sobre a temperança
32: Humanidade como imagem e semelhança de Deus. 33: reconhecimento e execução da lei e 34: Hierarquia.
35: Crescei e multiplicai-vos e 36: exegese das Escrituras.
37: As almas amargas como o mar e as que estão em terra seca.
38 e 39: Frutos da terra como alegoria das obras de misericórdia.
40: “O que é que te nutre? A alegria. ” A alegria de fazer o bem.
41: Fruto é a boa e reta vontade de Deus.
42: Os humanos precisam das Escrituras, dos profetas e missionários para a conversão.
TERCEIRO BLOCO: Finalmente, a Beleza da Criação no pormenor e no conjunto: 43 49 e a Esperança do Repouso em Deus, a Paz em Deus: 50-53.
43: A bondade de Deus: o contraponto com a concepção maniqueísta. Todo o criado por Deus é muito bom.
44: retoma a questão do tempo para o ser humano versus a perenidade de Deus
45: Necessidade de sorver a Verdade de Deus e 46: Reconhecer a atuação do Espírito.
47: Resumo da exegese literal.
48: Resumo da exegese alegórica.
49: Recapitula o sentido figurado de suas interpretações: Obras que eram boas.
50 Conclusão: o Descanso do Sétimo dia. A paz em Deus
51 O sétimo dia: o repouso: as obras foram muito boas.
52: O acesso da paz em Deus e o repouso de Deus pelo sucesso da conversão.
53: Deus uno e bom. Finaliza.